Se você espera uma atmosfera mais à la CSI, com corpos e cenas de autopsia e tudo o que transcorre em torno das investigações até a captura do assassino, sinto muito lhe informar que em Mindhunter temos muito mais o lado psicológico e assustadoramente profundo dos assassinos do que o ato do assassinato em si. Questões como Por que ele fez o que fez? O que sentiu enquanto matava? Sente vontade de fazer de novo? são trazidas à tona a todo momento.
Vai te prender no sofá
A atmosfera é bem densa. Não há um episódio "suave" e, mesmo que não tenha cenas de corpos mutilados e das torturas em si (em alguns capítulos vemos as fotografias das cenas dos crimes e, embora sejam poucas as vezes que isso acontece, vai por mim, te deixam impressionado), existe a certeza de que tudo que é dito nas entrevistas, aconteceu de verdade. E isso foi um fator que me marcou muito, tanto na leitura (falei do livro nesse post aqui) quanto na serie. Me peguei diversas vezes fazendo a pergunta: como eu lidaria diante de um assassino tão inteligente e tão cruel ao mesmo tempo? E não se sinta culpadx se em determinado momento você se admirar por tamanha simpatia que é o Ed Kemper.
O John Douglas da vida real se torna Holden Ford (Jonathan Groff) na série, assim com seu parceiro Robert Ressler vira Bill Tench (Holt McCallany). Os nomes mudam, mas seus papéis dentro do FBI continuam o de extrema importância. Holden é incansável e sua curiosidade a respeito da mente dos assassinos o torna um tanto paranóico. Acompanhando a sua evolução pessoal e profissional, podemos notar a transformação do Holden do primeiro para o último episódio.
A segunda temporada promete
David Fincher (Garota exemplar) continua na direção da segunda temporada, juntamente com Andrew Dominik (O assassinato de Jesse James pelo covarde Robert Ford) e Carl Franklin (13 Reasons why), ainda não há data prevista de estreia, mas já podemos esperar uma grande caçada (quem assistiu a primeira temporada já sabe do que tô falando e quem ainda não viu, corre que ainda dá tempo!) e mais alguns dos seriais killers que aterrorizaram o FBI.
E, enquanto não temos a segunda temporada, vejam o outro lado do agente Ford. (Boatos dizem que, antes de entrar no FBI, ele tentou a carreira de cantor.)
Vai te prender no sofá
A atmosfera é bem densa. Não há um episódio "suave" e, mesmo que não tenha cenas de corpos mutilados e das torturas em si (em alguns capítulos vemos as fotografias das cenas dos crimes e, embora sejam poucas as vezes que isso acontece, vai por mim, te deixam impressionado), existe a certeza de que tudo que é dito nas entrevistas, aconteceu de verdade. E isso foi um fator que me marcou muito, tanto na leitura (falei do livro nesse post aqui) quanto na serie. Me peguei diversas vezes fazendo a pergunta: como eu lidaria diante de um assassino tão inteligente e tão cruel ao mesmo tempo? E não se sinta culpadx se em determinado momento você se admirar por tamanha simpatia que é o Ed Kemper.
Descobri que Pizza vai bem em qualquer situação. Qualquer situação MESMO.
A segunda temporada promete
David Fincher (Garota exemplar) continua na direção da segunda temporada, juntamente com Andrew Dominik (O assassinato de Jesse James pelo covarde Robert Ford) e Carl Franklin (13 Reasons why), ainda não há data prevista de estreia, mas já podemos esperar uma grande caçada (quem assistiu a primeira temporada já sabe do que tô falando e quem ainda não viu, corre que ainda dá tempo!) e mais alguns dos seriais killers que aterrorizaram o FBI.
E, enquanto não temos a segunda temporada, vejam o outro lado do agente Ford. (Boatos dizem que, antes de entrar no FBI, ele tentou a carreira de cantor.)
Brincadeiras à parte, a atuação de todos está de cair o queixo. Principalmente dos atores que interpretaram Ed Kemper e Richard Speck. De certo, não deve ser nada fácil transmitir a energia de um serial killer.
Netflix, espero que a segunda temporada não demore a sair... Isso seria um crime!
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7 de mai. de 2018
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