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  • Emy Teranishi

    Emy Teranishi

    A menina que cresceu sonhando em ir para Hogwarts. Agora, aos 27 anos, só quer descobrir como ser ela mesma num mundo cheio de padrões. Escreve porque os pensamentos transbordam e lê porque os livros são seu refúgio. Mãe de uma menina, dois cachorros e muitos sonhos. Sinta-se em casa e não repara na bagunça, a mudança é constante por aqui ♥
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    Sessão Pipoca
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    Se você espera uma atmosfera mais à la CSI, com corpos e cenas de autopsia e tudo o que transcorre em torno das investigações até a captura do assassino, sinto muito lhe informar que em Mindhunter temos muito mais o lado psicológico e assustadoramente profundo dos assassinos do que o ato do assassinato em si. Questões como Por que ele fez o que fez? O que sentiu enquanto matava? Sente vontade de fazer de novo? são trazidas à tona a todo momento.


    Vai te prender no sofá
    A atmosfera é bem densa. Não há um episódio "suave" e, mesmo que não tenha cenas de corpos mutilados e das torturas em si (em alguns capítulos vemos as fotografias das cenas dos crimes e, embora sejam poucas as vezes que isso acontece, vai por mim, te deixam impressionado), existe a certeza de que tudo que é dito nas entrevistas, aconteceu de verdade. E isso foi um fator que me marcou muito, tanto na leitura (falei do livro nesse post aqui) quanto na serie. Me peguei diversas vezes fazendo a pergunta: como eu lidaria diante de um assassino tão inteligente e tão cruel ao mesmo tempo? E não se sinta culpadx se em determinado momento você se admirar por tamanha simpatia que é o Ed Kemper.

    Descobri que Pizza vai bem em qualquer situação. Qualquer situação MESMO.

    O John Douglas da vida real se torna Holden Ford (Jonathan Groff) na série, assim com seu parceiro Robert Ressler vira Bill Tench (Holt McCallany). Os nomes mudam, mas seus papéis dentro do FBI continuam o de extrema importância. Holden é incansável e sua curiosidade a respeito da mente dos assassinos o torna um tanto paranóico. Acompanhando a sua evolução pessoal e profissional, podemos notar a transformação do Holden do primeiro para o último episódio.

    A segunda temporada promete

    David Fincher (Garota exemplar) continua na direção da segunda temporada, juntamente com Andrew Dominik (O assassinato de Jesse James pelo covarde Robert Ford) e Carl Franklin (13 Reasons why), ainda não há data prevista de estreia, mas já podemos esperar uma grande caçada (quem assistiu a primeira temporada já sabe do que tô falando e quem ainda não viu, corre que ainda dá tempo!) e mais alguns dos seriais killers que aterrorizaram o FBI.

    E, enquanto não temos a segunda temporada, vejam o outro lado do agente Ford. (Boatos dizem que, antes de entrar no FBI, ele tentou a carreira de cantor.)

    Brincadeiras à parte, a atuação de todos está de cair o queixo. Principalmente dos atores que interpretaram Ed Kemper e Richard Speck. De certo, não deve ser nada fácil transmitir a energia de um serial killer.

    Netflix, espero que a segunda temporada não demore a sair... Isso seria um crime!

    . 7 de mai. de 2018 .

    Eu Assisti: Mindhunter

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    . 7 de mai. de 2018 .

    Se você espera uma atmosfera mais à la CSI, com corpos e cenas de autopsia e tudo o que transcorre em torno das investigações até a captura do assassino, sinto muito lhe informar que em Mindhunter temos muito mais o lado psicológico e assustadoramente profundo dos assassinos do que o ato do assassinato em si. Questões como Por que ele fez o que fez? O que sentiu enquanto matava? Sente vontade de fazer de novo? são trazidas à tona a todo momento.


    Vai te prender no sofá
    A atmosfera é bem densa. Não há um episódio "suave" e, mesmo que não tenha cenas de corpos mutilados e das torturas em si (em alguns capítulos vemos as fotografias das cenas dos crimes e, embora sejam poucas as vezes que isso acontece, vai por mim, te deixam impressionado), existe a certeza de que tudo que é dito nas entrevistas, aconteceu de verdade. E isso foi um fator que me marcou muito, tanto na leitura (falei do livro nesse post aqui) quanto na serie. Me peguei diversas vezes fazendo a pergunta: como eu lidaria diante de um assassino tão inteligente e tão cruel ao mesmo tempo? E não se sinta culpadx se em determinado momento você se admirar por tamanha simpatia que é o Ed Kemper.

    Descobri que Pizza vai bem em qualquer situação. Qualquer situação MESMO.

    O John Douglas da vida real se torna Holden Ford (Jonathan Groff) na série, assim com seu parceiro Robert Ressler vira Bill Tench (Holt McCallany). Os nomes mudam, mas seus papéis dentro do FBI continuam o de extrema importância. Holden é incansável e sua curiosidade a respeito da mente dos assassinos o torna um tanto paranóico. Acompanhando a sua evolução pessoal e profissional, podemos notar a transformação do Holden do primeiro para o último episódio.

    A segunda temporada promete

    David Fincher (Garota exemplar) continua na direção da segunda temporada, juntamente com Andrew Dominik (O assassinato de Jesse James pelo covarde Robert Ford) e Carl Franklin (13 Reasons why), ainda não há data prevista de estreia, mas já podemos esperar uma grande caçada (quem assistiu a primeira temporada já sabe do que tô falando e quem ainda não viu, corre que ainda dá tempo!) e mais alguns dos seriais killers que aterrorizaram o FBI.

    E, enquanto não temos a segunda temporada, vejam o outro lado do agente Ford. (Boatos dizem que, antes de entrar no FBI, ele tentou a carreira de cantor.)

    Brincadeiras à parte, a atuação de todos está de cair o queixo. Principalmente dos atores que interpretaram Ed Kemper e Richard Speck. De certo, não deve ser nada fácil transmitir a energia de um serial killer.

    Netflix, espero que a segunda temporada não demore a sair... Isso seria um crime!

    . 21 de abr. de 2018 .

    Atenção: esse documentário vai deixar seu coração bem quentinho e, provavelmente com um sorriso bobo nos lábios! (Vi a indicação desse documentário lá no blog da Mi, o Awn! Cute Things e vim aqui compartilhar com vocês minhas impressões sobre ele!)

    Samantha e Anïs vivem em países completamente diferentes: Sam mora em Los Angeles e é atriz, enquanto Anïs cresceu na França, mas depois se mudou para Londres, onde estuda moda. Mas a diferença está apenas nos países onde cada uma vive - já que uma é, literalmente, a cara da outra!
    Poderia ser apenas uma brincadeira do amigo de Anïs, que ao ver um vídeo de Sam a confundiu com Anïs (eu cresci ouvindo que oriental é tudo igual. O que não é bem verdade. Ser parecido é bem diferente de ser igual. Mas enfim, né). 


    Logo nas primeiras conversas via Skype, Sam e Anïs se tornam grandes amigas. Uma forte ligação surge entre elas e juntas vão atrás de mais detalhes sobre o passado até então não investigado. Nos registros de adoção nunca existiu a informação de que eram gêmeas e por isso a descoberta foi uma surpresa e tanto para ambas as famílias.


    "Família é o que você quiser. Não tem definição"
    Há muitos fatores tocantes na história de Samantha e Anïs. Imagine você viver 25 anos sem nem imaginar que tem uma irmã gêmea, alguém que carrega a mesma origem, a mesma história por trás da decisão de uma mãe abrir mão de suas filhas. 
    É tão aconchegante saber que um ambiente tão vasto quanto a internet, onde há - infelizmente - uma disseminação de ódio e coisas negativas, existe também histórias de esperança e união tão emocionantes quanto essa ♥ Graças à internet, hoje Sam e Anïs são inseparáveis. E que muitas histórias como essa possam se repetir pelo mundo, unindo famílias e aquecendo corações.



    O documentário está disponível na Netflix e se eu fosse você, aproveitaria esse tempinho típico de outono para preparar um chá e assistir ele debaixo das cobertinhas 😉

    Até a próxima! 💚
    . 13 de abr. de 2018 .

    Eu já tinha ouvido falar desse filme há algum tempo atrás, mas confesso que não fiquei muito animada com a sinopse. Ainda bem que decidi dar uma chance para esse filme que foi baseado na obra homônima da escritora Jeanne Ryan. (Mas posso confessar uma coisa para vocês? Eu assisti só por causa do Miles Heizer. Sim, o mesmo que interpretou Alex Standall em 13 Reasos Why. Fazer o que se sou dessas que sai assistindo todos os filmes quando gosta de um ator/atriz? 😁)


    O JOGO
    Nerve é o que podemos chamar de uma mistura de "verdade ou desafio (mas sem a verdade, como no próprio filme citam)" com um reality show meio bizarro. Em Nerve há dois tipos de participantes: os observadores e os jogadores. Os observadores são aqueles que assistem e pagam para que os jogadores executem os desafios propostos - que vão desde pagar mico em público até a se pendurar em um guindaste, por exemplo. E detalhe: tudo tem que ser transmitido ao vivo pelo próprio jogador - o que nem sempre garante a sua segurança, mas atrai bastante observadores, e é o que os jogadores realmente querem.
    Que se dane a segurança, quero mais é que me assistam!

    No filme, conhecemos Vee, que é uma adolescente super tímida e um pouco insegura. Já a sua amiga Sydney é totalmente o oposto: sempre arrisca e parece não ter medo de consequências. Provocada por Sydney, Vee acaba se inscrevendo no Nerve como jogadora e logo em seu primeiro desafio, ela conhece Ian, um jogador bem misterioso, porém divertido. A partir daí, vamos ver a sua vida que até então era pacata se tornar uma aventura - que pode não acabar muito bem.

    A CRITICA
    Algumas pessoas não gostaram muito do filme por 'N' motivos e respeito isso, mas se a gente analisar o filme como um todo, vamos ver algo que é muito recorrente nos dias atuais: a obsessão por likes, por seguidores, por dinheiro de uma forma fácil. E eu acho que esse é dos pontos fortes da trama. Tipo, até onde você iria para ser 'famoso' nos tempos modernos? Ele fala muito das expectativas e inseguranças dos jovens, que acaba sendo um gatilho poderoso para o jogo. Num mundo onde só os "populares" levam a melhor, arriscar pode significar uma mudança e tanto no seu status.
    E outro ponto que eu gostei bastante foram a paleta de cores, vamos dizer assim. O filme não é todo movido a ação constante, mas quando tem é de prender a respiração, por isso acho que tem um ritmo bacana. A maior parte do filme acontece à noite e mesmo assim não ficou desagradável de assistir. (Eu sinceramente tenho um problema muito sério em assistir filmes muito escuros. Já não enxergo direito com claridade, imagina uma cena onde a escuridão predomina!)
    AH! A trilha sonora é MARAVILHOSA! Ouçam muito "You Got It" e "Can't Get Enough".


    DEPOIS DE NERVE
    Não vou dizer que esse filme trouxe grandes lições para a minha vida. Como eu disse, ele traz uma importante crítica sobre essa preocupação excessiva em estar sempre sob os holofotes - mas não vou dizer que esse é o foco principal do longa. Dá pra assistir e se divertir sim, se você não for nenhum critico de cinema super exigente 😆
    (+)
    O filme é de 2016 e tem no elenco Emma Roberts (Idas e Vindas do Amor), Dave Franco (Truque de Mestre), Emily Meade (A Sétima Alma) e Miles Heizer ♥ (13 reasons Why), direção de Ariel Schulman e Henry Joost (ambos trabalharam juntos em atividade paranormal 3 e 4).
    Confiram o trailer:
    Aproveitando esse espaço, gostaria de saber o que vocês estão achando desse novo tipo de resenha dos filmes e livros. Quem me acompanha desde o começo puderam perceber essa mudança a cada resenha, não é? Estou tentando ajustar da melhor maneira, para que fique o mais atraente e interessante possível haha. Estão curtindo? Tá faltando (ou sobrando) informação? Me dêem esse feedback, amores
    Até a próxima! 😚
    . 2 de jan. de 2018 .



    Aqui estou eu para finalmente falar da minha queridinha do momento: a serie Máquina Mortífera. Era pra eu ter escrito esse post em 2017? Era sim. Não escrevi por falta de inspiração tempo mesmo. Faz muito tempo, desde a primeira temporada de Once Upon a Time que eu não me apaixono por uma serie e seus personagens, então eu queria escrever decentemente sobre ela.

    O ano de 2017 se foi e com ele eu despachei alguns sentimentos deprê que me impediam de me dedicar como eu queria a esse blog. Pode ser (porque isso acontece na vida dos adultos, certo?) que eu suma sim, mas com certeza não vai ser porque eu desisti.

    Mas vamos ao que interessa? Se você ainda não conhece a serie, vou te dar três (poderia ser bem mais) razões para dar uma chance para ela. Máquina Mortífera conta a história do detetive Martin Riggs que foi transferido para o Departamento de Policia de Los Angeles após perder a esposa grávida em um acidente de carro. Seu novo parceiro, Roger Murtaugh (para mim, o eterno senhor Kyle!) é totalmente o oposto de Riggs. Juntos, irão combater o crime em Los Angeles e irão aprender muito um com o outro. Aproveita que a Globo (por um milagre) renovou e vai transmitir a segunda temporada e ela começa dia 05. Dá tempo de maratonar e assistir os 18 capítulos, se você correr!

    Vamos as três razões?
    via GIPHY

    1▸ A Serie tem dose certa de humor, drama e ação 

    Baseada no filme que foi famosão em 1987 (minha mãe nem sonhava em me ter, nessa época), eu admito que nunca assisti o filme, por isso não sei dizer se o Mel Gibson é um Riggs tão carismático como Clayne Crawford é no seriado. Talvez eu assista o filme algum dia só para fazer uma comparação. Mas, falando da serie, o enredo tem a dose certa de ação, comédia e drama, então dá pra agradar a maior parte do público. Para os corações mais chorosos como o meu, é quase impossível não ficar com os olhos úmidos sempre que vemos Martin Riggs lutando contra seus demônios internos e o luto.

    2▸ Os personagens não são massantes

    Sabe aquele personagem chatão que você já não aguenta mais ver? Pois não se preocupe, que isso não vai acontecer nessa serie. Martin Riggs (Clayne Crawford) é o detetive não tenho mais nada a perder e seu comportamento meio suicida deixa Roger Murtaugh (Damon Wayans) prestes a ter um novo infarto. Ambos são o oposto um do outro e é exatamente isso que faz a dupla funcionar. Um quer morrer e o outro quer mais do que tudo, continuar vivo. Pode ser clichê, mas garanto para você que isso funciona. E todos os demais personagens não ficam de fora. Cada um tem uma personalidade distinta, não ficando nas sombras da dupla protagonista.  

    3▸ A trilha sonora é perfeita

    Se tem uma coisa que completa um filme ou serie, é a trilha sonora. É tipo a Coca-cola perfeita para a pizza. Conheci bandas incríveis através da serie e isso é uma das coisas que mais gosto. Ouçam a instrumental This Will Destroy You da banda The Mighty Rio Grande (Essa é a música que toca quando Riggs recebe a notícia do falecimento de sua esposa e filho). Também tem The Lumineers, Royal Deluxe (conheçam essa banda, por favor. O melhor rock que eu já ouvi)

    E aí, já se convenceram?
    A Globo passará a exibir a segunda temporada dia 05, sexta feira. Mas quem puder e quiser, a serie também é transmitida pela Warner toda terça às 22h30.
    Se você acha que existe serie melhor, por favor, pode me indicar. Eu amo Máquina Mortífera, mas sempre tem lugar para mais um no meu coraçãozinho!

    Beijos e até a próxima!

    via GIPHY
    . 12 de nov. de 2017 .






    Eu sou uma pessoa que chora com facilidade - mais até do que eu gostaria. Não sei se é culpa do meu signo - alguém mais de peixes por aqui? - mas eu me emociono com qualquer coisinha. Choro lendo livro, choro vendo aqueles comerciais tailandeses e uma vez chorei num filme de terror, mas não foi de medo não.

    Sendo assim, é meio difícil eu não chorar com filmes com uma temática mais dramática, mas elenquei os 3 filmes que mais me fazem chorar nessa vida. Posso assistir dez vezes, e pode ter certeza de que nessas dez vezes eu vou chorar feito uma criança again.

    Se você não se importa de derramar algumas lágrimas na pipoca, anote essas dicas:

    1) Túmulo dos Vagalumes
    Foto: Studio Ghibli
    O túmulo dos vagalumes (Hotaru no Haka - 1988) é uma animação japonesa dirigida por Isao Takahata. A história retrata a luta pela sobrevivência de dois irmãos durante a segunda guerra mundial. Seita é o irmão mais velho de Setsuko e faz de tudo para manter a irmãzinha em segurança depois que os pais morreram. O desenho ganhou uma adaptação para o cinema, mas na minha opinião a animação é muito mais impactante. É impossível assistir e não se perguntar quantas Setsukos da vida real passaram pelo mesmo sofrimento: fome, doenças, insegurança, medo.
    Acredito que tudo que tem a ver com guerra - e principalmente com as consequências dela - é algo difícil de lidar. Recomendo que pessoas muito sensíveis não assistam ao filme. 
    Assista ao trailer:

    2) Uma Prova de Amor
    Foto: Google

    Uma Prova de Amor (My Sister's Keeper - 2009) é um filme baseado no romance homônimo, dirigido por Nick Cassavetes. No drama, conhecemos Kate (Sofia Vassilieva), uma adolescente que sofre de Leucemia, sua irmã Anna (Abigail Breslin) que foi concebida para salvar a vida da irmã mais velha, Jesse (Evan Ellingson) o irmão do meio e seus pais, Sara (Cameron Diaz) e Brian (Jason Patric). O longa é comovente em todos os sentidos. Fala do amor de uma mãe que é capaz de tudo para salvar a vida da filha, da dor que Kate sente - não apenas fisicamente, mas emocionalmente também, da vontade de Anna ser capaz de decidir o que é o certo em todos os sentidos. É um drama familiar que mexe com nossos sentimentos.
    Assista ao trailer:

    3) Como Eu Era Antes de Você
    Eu não tenho palavras o suficiente para explicar o meu amor por esse filme. Simplesmente não tem como. Eu adoro os atores, a trilha sonora e a história. Como eu era antes de você (Me Before You - 2016) nos faz rir, chorar e principalmente refletir. É o tipo de filme que quando acaba, te deixa com um quentinho no coração, apesar de estar com lágrimas escorrendo pelo rosto. Eu ainda não li o livro, mas tenho certeza de que é tão lindo quanto.

    Assista ao trailer:

    Como eu mencionei antes, eu sou muito chorona, então a lista de filmes que me desidratam é bem extensa, mas esses são os vencedores (por enquanto). 
    Se mais algum chorão ou chorona passar por aqui, deixe aqui uma indicação de filme bem emocionante! Beijos ♥
    . 5 de nov. de 2017 .






    Qual a primeira imagem que lhe vem a cabeça quando falamos do Thor?
    Força? Martelo que só os dignos podem portar? Um deus um pouco arrogante e que gosta de uma boa briga? Tudo isso junto?
    Foto: Google
    Diferente do que vimos nos outros dois filmes, em "Thor Ragnarok" o deus do trovão se mostrou bem mais cômico do que arrogante. Já começa na introdução do filme, com o próprio Thor narrando a cena de abertura. Confesso que achei algumas piadas bem sem graça, tipo aquelas "é pavê ou pra comer" que nossos tios soltam na época de Natal, mas nada que não possamos superar.
    Mas acredito que esse foi o diferencial neste terceiro filme. Esse toque de comédia somado com a ótima atuação do elenco nos proporciona uma agradável experiencia no cinema. Destaque para Tessa Thompson como Valquíria e o sempre impagável Tom Hiddleston como Loki (me julguem, mas Loki é meu vilão preferido da vida)


    Eu supostamente sou uma pessoa bem suspeita para falar, mas Thor Ragnarok com certeza vale o ingresso. O filme conta com ação na medida, trilha sonora arrebatadora, atuações maravilhosas, participações especiais (que eu não vou contar porque senão estraga a surpresa) e as piadinhas de tiozinho (para alguns podem ser o fim do mundo, mas hei, cinema é entretenimento! Vá com o coração aberto para aceitar algumas falhinhas e se permita rir um pouco)
    AH! E claro, não podemos esquecer das já tradicionais cenas pós créditos: são duas, mas a última é realmente desnecessária, vai por mim.

    Vai lá, corre que ainda dá tempo de ver o Loki Thor piadista deus do trovão. Depois voltem aqui e vamos dar as mãos para aguardar pacientemente a estreia de Vingadores: guerra infinita.

    Beijos!